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Um estudo recente revelou que o crime organizado no Brasil gerou uma receita impressionante de quase R$ 150 bilhões em 2024, apenas com produtos como ouro, bebidas, combustíveis e cigarros. Isso representa 42% da receita total do crime organizado, que foi de R$ 348 bilhões. O mercado de combustíveis e lubrificantes automotivos foi o que mais gerou receita, com R$ 61,5 bilhões, superando em quatro vezes a receita gerada pelo tráfico de cocaína, que foi de R$ 15 bilhões.
Esses números mostram que, apesar dos esforços do governo para combater o tráfico de drogas, o crime organizado continua a diversificar suas fontes de lucro, tornando cada vez mais desafiadora a atuação do Estado para conter essa estratégia.
Para se ter uma ideia da distância entre o avanço das facções e a atuação das polícias, o ministro Lewandowski anunciou que o Estado causou um prejuízo de R$ 5,6 bilhões ao crime organizado, o que representa menos de 2% da receita total.
Além disso, os crimes virtuais e os furtos de celulares também são uma das principais fontes de renda do crime organizado, com uma receita de R$ 186 bilhões em apenas um ano, entre julho de 2023 e 2024.