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Renato Inácio Gonçalves, ex-prefeito de Gália, apresentou-se na manhã desta segunda-feira (17) na Central de Polícia Judiciária (CPJ) de Marília para cumprir uma pena de seis meses de detenção em regime semiaberto. A condenação decorre de um crime cometido em 2019. O mandado de prisão foi expedido pela Justiça em 13 de fevereiro deste ano.
Acompanhado por seu advogado, o ex-prefeito compareceu voluntariamente à CPJ por volta das 8h. Após o registro de um boletim de ocorrência por captura de procurado, ele foi encaminhado à carceragem da Polícia Civil de Marília, onde passaria por audiência de custódia. Posteriormente, seria transferido para uma unidade prisional da região. Segundo informações do jornalista Alcyr Netto do Marília Notícia, o ex-prefeito de Gália poderá progredir ao regime aberto no dia 17 de março. A condenação inicial ocorreu em 28 de janeiro de 2021 e foi confirmada pelo Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) em 11 de março de 2023. Documentos apresentados por sua defesa indicam que, desde janeiro de 2025, ele trabalha como gerente em uma empresa de materiais de construção em Gália, cumprindo expediente de segunda a sexta-feira, das 7h às 11h e das 13h às 17h. Inácio Gonçalves foi preso em flagrante no quilômetro 449 da Rodovia Comandante João Ribeiro de Barros (SP-294), em Marília.
A prisão aconteceu por volta das 0h30, após ele colidir na traseira de um caminhão bitrem com seu veículo, um GM Montana, no sentido Gália-Marília. Na ocasião do acidente em 2019, ele afirmou para a reportagem da TV Tem que aprendeu a lição e não iria mais beber. O ex-prefeito também contou que recebeu uma "dura" da família e que ficou muito chateado com a situação. Na ocasião, Renato disse que estava indo para a casa da irmã dele quando aconteceu o acidente. Na data do acidente ele era prefeito em exercício de Gália. Na ocasião, o ex-prefeito realizou o teste do bafômetro, que indicou 0,95 miligramas de álcool por litro de ar expelido pelos pulmões. Ele pagou uma fiança de R$ 2 mil e respondeu ao processo em liberdade até a decisão definitiva da Justiça.